Repassado de dôr!—junto ao seu leito,
De joelhos, em lagrimas banhado,
Recebi os seus ultimos suspiros.
E a luz funerea e triste que lançarão
Seus olhos turvos ao partir da vida
De pallido clarão cobrio meu rosto,
No meu amargo pranto reflectindo
O cançado porvir que me aguardava!
Tu nada viste, não; mas só de ver-me,