A terra que um sol calido vigora,
E em frouxa languidez estende os nervos.
Patria da luz, das flores!—nunca eu veja
O sol, que adoro tanto, ir afundar-se
Nestes da Europa revoltosos mares;
Nem tibia lua, involta em nuvens densas,
Luzindo mortuaria sobre os campos
De frios sues queimados.—Ai! dizia,
Ai d’aquelle que um fado aventureiro,
Qual destroço de misero naufragio,