A longinqua e remota plaga arroja!
Ai d’aquelle que em terras estrangeiras
Corta nas azas do desejo o espaço,
Em quanto a realidade o vexa entorno
E oppresso o coração de dôr estala!
Onde a pedra, onde o seio em que descance?
Que arbusto ha de prestar-lhe grata sombra
E olentes flores derramar co’a brisa
Na fronte encandecida? Peregrino,
Em toda a parte forasteiro o chamão!