E caminhando, qual se move a sombra,

Ao orgão e assentou!

Já não dormem os sons, não dormem echos...

—O triste assim cantou:

«Onde estás, meo amor, meos encantos

Por quem só me pezava morrer,

Doce encanto que a vida me prendes,

Que inda em morto me fazes soffrer?

«Doce amor, minha vida no mundo,

Desse mundo em que parte serás;