Em que scismas, que pensas, que fazes,
Onde estás, meo amor, onde estás?
«Ah! debalde na campa gelada
Fria morte me poude deitar!
Foi debalde,—que eu sinto, que eu ardo;
Foi debalde, que eu amo a penar.
«Ah! si eu triste no mundo podesse
Como outr’ora viver, respirar....
Não soubera dizer-te os ardores
Que o sepulchro não poude apagar.