«Onde estás?—Já da morte o bafejo

Por teo rosto divino roçou;

Já na campa descanças finada,

Que o teo corpo sem vida tragou?

«Mas a morte não poude impiedosa

Crua foice vibrar contra ti!

Ah! tu vives, que eu sinto, que eu soffro

Crús ardores quaes sempre soffri.

«E eu não posso o teo nome á noitinha

Entre as folhas saudoso cantar,