Oh! doces terras de Congo,
Doces terras d’além mar!
Quando a noite sobre a terra
Desenrolava o seo véo,
Quando siquer uma estrella
Não se pintava no céo;
Quando só se ouvia o sopro
De mansa brisa fagueira,
Eu o aguardava—sentada
Oh! doces terras de Congo,
Doces terras d’além mar!
Quando a noite sobre a terra
Desenrolava o seo véo,
Quando siquer uma estrella
Não se pintava no céo;
Quando só se ouvia o sopro
De mansa brisa fagueira,
Eu o aguardava—sentada