Debaixo da bananeira.

Um rochedo ao pé se erguia,

D’elle á base uma corrente

Despenhada sobre pedras,

Murmurava docemente.

E elle ás vezes me dizia:

—Minha Alsgá, não tenhas medo;

Vem commigo, vem sentar-te

Sobre o cimo do rochedo.

E eu respondia animosa: