Na corda da afflicção gemeo minha alma,

Foi meo primeiro canto um epicedio;

Minha alma baptizou-se em pranto amargo,

Na fragoa do soffrer purificou-se!

Lancei depois meos olhos sobre o mundo,

Cantor do soffrimento e da amargura;

E vi que a dôr aos homens circumdava,

Como em roda da terra o mar se estreita;

Que apenas desfructamos,—miserandos!

Desbotado prazer entre mil dôres,