Chora amigo; porém quando sentires

O pranto nos teos olhos condensar-se,

Que já não póde mais banhar-te as faces,

Ergue os olhos ao céo, onde a luz móra,

Onde o orvalho se cria, onde parece

Que a timida esperança nasce e habita.

E se eu—feliz!—poder inda algum dia

Ferir por teo respeito na minha harpa

A leda corda onde o prazer palpita,

A corda do prazer que ainda inteira,