Que virgem de emoção inda conservo,
Suspenderei minha harpa d’algum tronco
Em off’renda á fortuna;—alli sosinha,
Tangida pelo sopro só do vento,
Ha de mysterios conversar co’a noite,
De acorde extreme perfumando as brisas;
Qual Harpa de Sião presa aos salgueiros
Que não ha de cantar a desventura,
Tendo cantos gentis vibrado n’ella.