Nem a dôr tamanha e nobre;
Tens de tragar vis affrontas,
—Insultos que soffre o pobre!
«Nada acharás no degredo,
Que falle dos filhos teos;
Ninguem sente a dôr do pobre...
Só te fica a mão de Deos.
«O sol, que além vês raiando
Entre nuvens de carmim,
N’outros climas, n’outras terras