Não verás raiar assim.
«Não verás a rocha erguida,
Onde t’ias assentar,
Nem o som bem conhecido
Do teo sino has de escutar.
«Ha de cahir sobre as ondas
O pranto do teo soffrer,
E n’esse abysmo salgado,
Salgado, se ha de perder.»
Já chegou junto á fragata,