Candido par de cysnes, vão roçando
A face azul do mar co’as niveas azas
Em deleite amoroso;—acalentados
Pelo sereno espreguiçar das ondas,
Aspirando perfumes mal sentidos,
Por vesperina arajem bafejados,
É jogo o seo viver;—porém se o vento
No frondoso arvoredo ruge ao longe,
Se o mar, batendo irado as ermas praias,
Crusadas vagas em novello enrola,