Silencio debaixo della,

Sonhos talvez—e dormir.

Feliz quem dorme sob a lousa amiga,

Tepida talvez com o pranto amargo

Dos olhos da afflicção;—se os mortos sentem,

Ou se almas tem amor aos seos despojos,

Certo dos pés do Eterno, entre a alleluia,

E o gozo lá dos céos, e os córos d’anjos,

Hão de lembrar-se com prazer dos vivos,

Que chorão sobre a campa, onde já brota