O denso musgo, e já desponta a relva.
Lagem fria dos mortos! quem me dera
Gozar do teo descanço, ir asilar-me
Sob o teo sancto horror, e nessas trevas
Do bulicio do mundo ir esconder-me!
Oh! lagem dos sepulchros! quem me désse
No teo silencio fundo asilo eterno!
Ahi não pulsa o coração, nem sente
Martyrios de viver quem já não vive.