Com duvidosa luz ferindo os mares,

O sol que vai nas agoas sepultar-se

Tingindo o azul dos céos de branco e d’oiro;

Perfumes, murmurar, vapores, brisa,

Estrellas, céos e mar, e sol e terra,

Tudo existe comtigo, e tu es tudo.

III.

Homem que vive agro viver de côrte,

Indifferente olhar derrama a custo

Sobre os fulgores teos;—homem do mundo