Mal pode o desbotado pensamento
Revolver sobre o pó; mas nunca, oh nunca!
Ha de elevar-se a Deos, e nunca ha de elle
Na abobada celeste ir pendurar-se,
Como de rosea flôr pendente abelha.
Homem da natureza, esse contemple
De purpura tingir a luz que morre
As nuvens lá no occaso vacillantes!
Ha de vida melhor sentir no peito,
Sentir doce prazer sorrir-lhe n’alma,