E fonte de ternura inexgotavel

Do fundo coração brotar-lhe em ondas.

Hora do pôr do sol!—hora fagueira,

Qu’encerras tanto amor, tristeza tanta!

Quem ha que de te ver não sinta enlevos,

Quem ha na terra que não sinta as fibras

Todas do coração pulsar-lhe amigas,

Quando d’esse teo manto as pardas franjas

Sóltas, roçando a habitação dos homens?

Ha hi prazer tamanho que embriaga,