Procura inda outra mão co’a mão sem vida,

E o extremo scintillar dos olhos baços,

De um ente amado procurando os olhos,

Sem prazer, mas sem dôr, alli se apaga.

O exilado! esse não; tão só na vida,

Como no passamento ermo e sosinho,

Sente dôres crueis, torvos pezares

Do leito afflicto esvoaçar-lhe em torno,

Roçar-lhe o frio, o pallido semblante,

E o instante derradeiro amargurar-lhe.