Que não fora prazer não derramal-o.
E quem—ah tão feliz!—quem peregrino
Sobre a terra não foi? Quem sempre ha visto
Sereno e brando deslisar-se o fumo
Sobre o tecto dos seos; e sobre os cumes
Que os seos olhos hão visto á luz primeira
Crescer branca neblina que se enrola,
Como incenso que aos céos a terra envia?
Tão feliz! quando a morte involta em pranto
Com gelado suor lh’enerva os membros,