E paz no coração,—ninguem que extranhe,

Que anceie afflicto de o não ver comsigo!

Cravas então, saudade, os teos espinhos;

E elles, tão pungentes, tão agudos,

Varando o coração de um lado a outro,

Nem trazem dôr, nem desespero incitão;

Mas remanso de dôr, mas um suave

Recordar do passado,—um quê de triste

Que ri ao coração, chamando aos olhos,

Tão espontaneo, tio fagueiro pranto,