Le linceul de la nuit, et la chaîne des heures

Tombe anneau par anneau.

TURQUETY.

I.

Estou só n’este mudo sanctuario,

Eu só, com minha dôr, com minhas penas!

E o pranto nos meos olhos represado,

Que nunca vio correr humana vista,

Livremente o derramo aos pés de Christo,

Que tão bem suspirou, gemeo sosinho,