Que tão bem padeceo sem ter conforto,

Como eu padeço, e soffro, e gemo, e choro.

Remorso não me punge a consciencia,

Vergonha não me tinge a côr do rosto,

Nem crimes perpetrei;—porque assim choro?

E direi eu por que?—Antes meu berço,

Que vagidos de infante vividouro,

Os sons finaes de um moribundo ouvisse!

Que esperanças que eu tinha tão formosas,

Que mimosos enlevos de ternura,