Não continha minha alma toda amores!
Esperanças e amor, que é feito d’elles?
Um dia me roubava uma esperança,
E sosinho, uma e uma, me deixárão.
Morrerão todas, como folhas verdes
Que em principios do inverno o vento arranca.
E o amor!—podia eu sentil-o ao menos;
Quando eu via a desdita de bem perto
Co’ um sorriso infernal no rosto squalido,
Com fome e frio a tiritar demente,