Só tu, Senhor, só tu, no meo deserto

Escutas minha voz que te supplica;

Só tu nutres minha alma de esperança;

Só tu, ó meu Senhor, em mim derramas

Torrentes de harmonia, que me abrasão.

Qual orgão, que resôa mavioso,

Quando segura mão lhe opprime as teclas,

Assim minha alma, quando a ti se achega

Hymnos de ardente amor disfere grata:

E, quando mais serena, inda conserva