Subir além dos sóes, além das nuvens

Ao teo throno, ó meo Deos; ou quem me désse

Ser este incenso que se arroja em ondas

A subir, a crescer, em rolo, em fumo,

Até perder-se na amplidão dos ares!

Não qu’ria aqui viver!—Quando eu padeço,

Surdez fingida a minha voz responde;

Não tenho voz de amor, que me console,

Corre o meo pranto sobre terra ingrata,

E dôr mortal meo coração fragoa.