Assim a cada aurora, a cada noite,

Virei consolações beber sedento

Aos pés do meo Senhor;—virei meo peito

Encher de religião, de amor, de fogo,

Que além de infindos céos minha alma exalte.

II.

Quem me dera nas azas d’este vento,

Que agora tão saudoso aqui murmura,

Agitando as cortinas, que me encobrem

Do teo rosto o fulgor, que me não cegue,