No altar profano de belleza esquiva
Não queimo incenso vão;—tu só me occupas
O coração, que eu fiz hostia sagrada,
Apuro de elevados sentimentos,
Que o teo amor somente asilão, nutrem.
Quando ao sopé da cruz me chego afflicto,
Sinto que o meo soffrer se vae mingoando,
Sinto minha alma que de novo existe,
Sinto meo coração arder em chammas,
Arder meos labios ao dizer teo nome.