Tras do ouro correndo, voraces, sedentos.

E a terra em que pisão, e os campos e os rios

Que assaltão, são nossos; tu es nosso Deos:

Por que lhes concedes tão alta pujança,

Se os raios de morte, que vibrão, são teos?

Tupan, ó Deos grande! cobriste o teo rosto

Com denso velamen de pennas gentis;

E jazem teos filhos clamando vingança

Dos bens que lhes déste da perda infeliz.

Teos filhos valentes, temidos na guerra,