No albor da manhã quão fortes que os vi!

A morte pousava nas plumas da frexa,

No gume da maça, no arco Tupi!

E hoje em que apenas a enchente do rio

Cem vezes hei visto crescer e baixar...

Já restão bem poucos dos teos, qu’inda possão

Dos seos, que já dormem, os ossos levar.

Teos filhos valentes causavão terror,

Teos filhos enchião as bordas do mar,

As ondas coalhavão de estreitas igáras,