CANT. CANT.
Eu amo a doce virgem pensativa,
Em cujo rosto a pallidez se pinta,
Como nos céos a matutina estrella!
A dôr lhe ha desbotado a côr das faces,
E o sorriso que lhe roça os labios
Murcha ledo sorrir nos labios d’outrem.
Tem um timbre de voz que n’alma echôa,
Tem expressões d’angelica doçura,
E a mente do que as ouve, se perfuma