De amor profundo e de piedade sancta,
E exala effluvios d’um odor suave
De aloes, de myrrha ou de mais grato incenso.
E nessas horas, quando a mente afflicta,
De dôr occulta remordida, anceia
Desabrochar-se em confidencia amiga,
«Neste mundo o que sou?—triste clamava;
«Pérsica involta em pó, entre ruinas,
«Erma e sosinha a resolver-me em pranto!
«Flôr desbotada em hastea já roída,