«De cujo tronco as outras amarellas

«Já rójão sobre o pó, já murchas pendem!

«É sentir e soffrer a minha vida!»

Merencoria dizia, erguendo os olhos

Aos céos d’um claro azul, que lhes sorrião.

Náda o mudo alcyon por sobre os mares,

E proximo a seo fim desata o canto;

A rosa do Sarão lá se despenha

Nas agoas do Jordão: e como a rosa,

Como o cysne, do mar entre os perfumes,