Que tanto soffreste...

Sonhar é ventura;

Deixai-me sonhar!

«Pois tanto soffreste, não devo impiedosa

«Fineza tão grande por fim mal pagar!»

Eis sinto um abraço estreitar-me a cintura,

E uns labios de rosa...

Sonhar é ventura;

Deixai-me sonhar!

E uns labios de rosa cobrirem-me a fronte