Vem commigo, oh! vem depressa,

Não se esgota a natureza;

Mas desbota-se a innocencia,

Divina e sancta pureza,

Que dá vida aos objectos,

Feituras da mão de Deos!

Vem commigo, ó doce amada,

Que são estes os caminhos,

Donde eu enxergo os anginhos,

Que tu vês nos sonhos meus.