Talvez sorrirão; porém mais prendeo-me,

Quem soffrendo como eu, chorou commigo;

Quem me deo lagrimas!

Eu pois, que nesta vida hei aprendido

Só cantar e soffrer, não vejo embalde

Ao conto a dôr unida,—e os repassados

Versos de pranto.

Do triste poleá choro a desdita,

Choro e digo entre mim: «Pobre Canario

Que fado máo cegou, por que soltasse