Mais doce canto;

Pobre Orpheo, nestes tempos mal nascido,

Atraz d’um bem sonhado pelo mundo

A vagar com lyra—um bem que os homens

Não podem dar-te!

Se quer esta lembrança a dôr te abrande:

A vida é breve, e o teo cantar simelha

Vagido fraco de menino enfermo,

Que Deos escuta.