Que uma alma como a vossa, já manchada,

Aos negros vicios mais que muito affeita,

Já feia, já corrupta, já sem brilho....

Amal-a eu, Senhora!

Deitar-me sob a cópa traiçoeira,

Que ao longe espalha a sombra, o engano, a morte;

Recostar-me no seio onde outros dormem,

Que por ninguem palpita!

Beijar faces sem vida, onde se enxerga

Visgo nojento d’osculos comprados;