Crêr no que dizem olhos mentirosos,
Em prantos de loureira!
Antes curvar o collo envilecido
Ao jugo vil da escravidão nefanda;
Beijar humilde a mão que nos offende,
Que nos cobre de opprobrio!
Antes, possesso d’imprudencia estupida,
Brincando remecher no açafate,
Onde por baixo de mimosas flores,
O aspide se esconde!