Mas eu, nos meos accessos de delirio,

Voz importuna de continuo ouvia,

Cá dentro em mim, a repr’hender-me sempre

De vos amar ... tão pouco!

Assim o cego idolatra se culpa,

Nos espasmos d’ascetica virtude,

De não amar assaz o vão phantasma,

De suas mãos feitura.

Porém se luz melhor de cima o aclara,

Cóspe affronta e desdem, e á chamma entrega