O cepo vil, que não merece altares,
Nem d’offrendas é digno!
Releva-se a imprudencia feminina,
Inda um erro, uma culpa se perdôa,
Se a desvaira a paixão, se amor a cega
No mar de escolhos cheio.
O Deos, que mais perdôa a quem mais ama,
Talvez da vida a negra mancha apaga
A quem as azas de algum anjo orvalha
De lagrimas contritas.