Em quanto a lúa fulgura,
Quando a virgem d’alma pura
Fita seos olhos no céo:
Notas de mundo longinquo
Repassadas de harmonia,
Diamante que alumia
A tela de um fino véo!
Tu, virgem por que suspiras?
Quando suspiras que scismas?
Em que reflexões te abysmas?