—Do passado ou do porvir;

Mas não tens passado ainda,

Tudo é flores no presente,

Brilha o porvir docemente,

Como do infante o sorrir.

Tu, virgem, por que suspiras?

—Murmura trepida a fonte,

De relva se cobre o monte,

As aves sabem cantar;

O ditoso tem sorrisos,