Onde estás, meo senhor, meos amores?
A que terras—tão longes!—fugiste?
Onde agora teos dias se escoão?
Por que foi que de mim te partiste?
II.
Não te lembras! quando eu te rogava
Não te fosses de mim tão azinha,
Prometteste-me breve ser minha
Tua vida, que o mar me roubava.
III.