Tão amigo do mar foste sempre,
Por que amigos talvez não achaste!
Nem carinhos, nem prantos te ameigão?
Nem por mim, que te amava, o deixaste?
IV.
Vejo além o logar onde estava
Tua esbelta fragata ancorada,
Mal soffrida jogando afagada
Do galerno que amigo a chamava.
V.