Que amor no peito encerra;
Mas só, mas solitaria,
Vagando aqui na terra,
Treplíca o sello mystico
Do não sabido amor!
Eu te amo, ó Lua candida,
No gyro somnolento,
E o teo cortejo madido
De estrellas, e do vento
O sopro merencorio,
Que amor no peito encerra;
Mas só, mas solitaria,
Vagando aqui na terra,
Treplíca o sello mystico
Do não sabido amor!
Eu te amo, ó Lua candida,
No gyro somnolento,
E o teo cortejo madido
De estrellas, e do vento
O sopro merencorio,