Que á noite dá frescor.
Por teos influxos magicos
Minha alma aos sons do canto
Revive; e os olhos humidos
Gotejão triste pranto,
Que orvalha a chaga tepido,
Que mingua a antiga dôr!
Em gelido sudario
De neve alvi-nitente,
Por terras vi longinquas,
Que á noite dá frescor.
Por teos influxos magicos
Minha alma aos sons do canto
Revive; e os olhos humidos
Gotejão triste pranto,
Que orvalha a chaga tepido,
Que mingua a antiga dôr!
Em gelido sudario
De neve alvi-nitente,
Por terras vi longinquas,