O mar sobrepujando os seos limites,

Com roncos temerosos, nunca ouvidos,

Virá para sorver, com furia brava,

Ilhas e continentes.

O sol, perdendo o brilho e a natureza,

Não luz, mas puro fogo, ha de accender-se,

Como o fogo sagrado, que se prende

Nas cortinas do templo.

Os orbes dos seos eixos desmontados,

No abysmo hão de cahir com grande estrondo,