E, redomas de vidro, hão de partir-se

Em pedaços sem conto.

Do abysmo as solidões hão de acordar-se!

Flammivomos vapores condensados,

Té nós, e alem de nós, hão de elevar-se

Em pavoroso incendio.

O ar ha de accender-se, a terra em fogo

Tornar-se, como o ferro ardendo em fragoa.

Coalhar-se o mar e em aspera seccura

Converterem-se as ondas.